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Com certificação de produtos, comunidade de Furnas do Dionísio quer expandir mercados

10/11/2017 - 10:00 - UCDB

Fonte: Gilmar Hernandes

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As novas instalações da unidade de processamento de rapadura, açúcar mascavo, melaço e farinha de mandioca da Comunidade Quilombola Furnas do Dionísio foi inaugurada na quinta-feira (9), em Jaraguari (MS), com a presença do Reitor da UCDB, Padre Ricardo Carlos, do Pró-Reitor de Administração, Ir. Herivelton Breitenbach, do presidente da Energisa, Marcelo Vinhaes Monteiro, do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, autoridades e população local. No local vivem 90 famílias quilombolas.

“Agradecemos aos parceiros a confiança depositada na Universidade Católica Dom Bosco no desenvolvimento deste trabalho. Temos a certeza de que por trás dos produtos têm uma história de vida a ser divulgada. O projeto não termina aqui, eles precisam ser acompanhados”, destacou o Reitor da UCDB durante a inauguração.

A Universidade Católica Dom Bosco, por meio do curso de Administração, desenvolveu o plano de negócios e a diversificação de produtos; acadêmicas do curso de Publicidade e Propaganda elaboraram a marca de identificação, tudo sob o gerenciamento da Agência de Inovação e Empreendedorismo (S-Inova), que também buscou a certificação e o registro necessário para a comercialização dos produtos nos supermercados.

Agora a unidade de produção de Furnas tem a capacidade para produzir 1,2 mil litros de garapa, o equivalente a 400 quilos de rapaduras por dia. Atualmente, a associação compra a produção de cana-de-açúcar dos produtores e, para incrementar o negócio, também realiza o plantio de cana em uma área própria da associação. “A expectativa com a abertura de mercado é que os moradores de Furnas dobrem a produção”, explica a diretora de inovação da S-Inova, Neila Farias Lopes.  

O presidente da Associação de Pequenos Produtores da Comunidade de Furnas do Dionísio, Adriano dos Santos da Silva, destacou que a parceria UCDB, Energisa e Governo do Estado trouxe muita esperança a comunidade. “Só tenho a agradecer a todos, pois é um sonho da comunidade que está concluído e que agora vamos iniciar uma nova realidade. O projeto beneficiou não só a associação com a unidade de processamento mais moderna, mas também os moradores, pois também levou melhorias para aos alunos da escola e capacitação para a lida na lavoura”, comemorou.

A Energisa investiu R$ 1,2 milhão, investidos para infraestrutura, ampliação e reforma do local, instalação de postes de iluminação com placas fotovoltaicas, novo engenho elétrico para cana, trocou refrigeradores, freezers e lâmpadas antigas por novas, inovou o laboratório de informática da escola, entre outras melhorias. As obras duraram um ano e quatro meses.

O Governo do Estado, por meio da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), ofereceu capacitação profissional aos produtores da comunidade, com cursos voltados desde o cultivo, passando pela colheita até chegar na produção de produtos. “Precisamos resgatar essa história e também aumentar a renda para essa comunidade. Precisamos colocar os produtos nos mercados, mostrar a qualidade e também fortalecer a rota turística”, reforçou o governador.

Ele aproveitou para anunciar o projeto arquitetônico da farinheira, um novo espaço que será implantado para a produção da farinha de mandioca, um dos produtos feitos pela comunidade.

 

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