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Doutoranda em Psicologia da UCDB divide com discentes a experiência adquirida nos Estados Unidos

23/04/2019 - 11:00 - Mestrados e Doutorados

Fonte: Natalie Malulei

Mariana Bonotto Mallmann conversou com mestrandos e doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Psicologia

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O Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) promoveu, na tarde desta segunda-feira (22), um bate-papo entre a doutoranda Mariana Bonotto Mallmann e os demais pesquisadores que desenvolvem estudos na área. O assunto em pauta foi a experiência vivida pela discente durante os dez dias que esteve nos Estados Unidos.

Durante a viagem ela visitou a Universidade de Harvard, localizada em Cambridge, e também esteve na cidade de Bethesda quando conheceu o Instituto Nacional de Saúde Mental (NIMH) — a maior organização de pesquisa do mundo especializada na área e um dos 27 institutos que compõem o National Institutes of Health (NIH), órgão de desenvolvimento de pesquisas médicas do governo do Estados Unidos que integra o Departamento de Saúde e Serviços Humanos do país.

Segundo Mariana, a viagem veio como um intercâmbio de conhecimento e novas tecnologias, já que ela desenvolve no Brasil, por meio do Programa da UCDB, um estudo em parceria com pesquisadores americanos voltado para identificar determinantes genéticos em populações religiosas radicais que mantém costumes conservadores, como a restrição do uso de tecnologias, denominadas amish ou menonitas.O trabalho é orientado pelo professor da Católica Dr. André Barciela Veras e coorientado pela pesquisadora do NIMH Dra. Fabiana Leão Lopes.

A proposta da pesquisa é identificar se o grupo possui características genéticas que façam com que o indivíduo tenha mais propensão a desenvolver transtornos de humor. “Nos Estados Unidos várias comunidades são mapeadas e aqui no Brasil, eu trabalho com uma população que vive na Colônia Nova em Aceguá (RS). Ao todo, 250 pessoas passaram por exames de sangue e saliva e, desse grupo, 190 fizeram avaliação psicológica. No final, vamos unir os dados americanos e brasileiros para identificar se há um marcador genético. A partir disso, é possível achar um tratamento eficaz e até mesmo saber como prevenir”, pontuou Mariana.

 

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